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A Song of Ice and Fire
#1
Estes livros são na minha opinião muito bons, mas é pena que o moço demore taaanto tempo a acabar cada volume. E pelas notícias (ler mais abaixo) vou ter que esperar mais um pouco para ver os meus personagens favoritos. Nas Amazónias diz que sai lá para o fim de Julho. A ver vamos

—George R.R. Martin, May 29, 2005


No, I haven't finished writing everything I wanted to include in A FEAST
FOR CROWS. I have wrapped up a whole bunch of characters and storylines since the last update in January, but "a whole bunch" does not equate to "all."

And I was facing another problem as well: the sheer size of the book.

All of the books in this series have been big, mind you. A GAME OF THRONES weighed in at 1088 pages in manuscript, not counting the appendices. A CLASH OF KINGS was even longer at 1184 pages, not counting the appendices. And A STORM OF SWORDS measured a gargantuan 1521 pages in manuscript, not counting the (etc).

Any publisher will tell you that a book as big as A STORM OF SWORDS is a production nightmare, and STORM did indeed cause problems for many of my publishers around the world. In some languages it was divided into two, three, or even four volumes. Bantam published STORM in a single volume in the United States, but not without difficulty. Pretty much everyone agreed that it would be a really good thing if the fourth volume in the series came in somewhat shorter than STORM, so I set out with the idea of delivering a FEAST closer in length to A CLASH OF KINGS.

Alas for good intentions. In hindsight, I should have known better. The story makes its own demands, as Tolkien once said, and my story kept demanding to get bigger and more complicated.

I passed A CLASH OF KINGS last year, and still had plenty more to write. By January, I had more than 1300 pages, and still had storylines unfinished. About three weeks ago I hit 1527 pages of final draft, surpassing A STORM OF SWORDS... but I also had another hundred or so pages of roughs and incomplete chapters, as well as other chapters sketched out but entirely unwritten. That was when I realized that the light I'd seen at the end of the tunnel was actually the headlight of an onrushing locomotive.

And that's why my publishers and I, after much discussion and weighing of alternatives, have decided to split the narrative into two books (printing in microtype on onion skin paper and giving each reader a magnifying glass was not considered feasible, and I was reluctant to make the sort of deep cuts that would have been necessary to get the book down to a more publishable length, which I felt would have compromised the story).

The first plan was simply to lop the text in half. In that scenario, I would finish the last few chapters in as short a length (and time) as possible. That would have produced a story of maybe 1650 to 1700 pages in manuscript, which we would simply have broken into two chunks of roughly equal length and published as A FEAST FOR CROWS, Part One and A FEAST FOR CROWS, Part Two.

We decided not to do that. It was my feeling -- and I pushed hard for this, so if you don't like the solution, blame me, not my publishers -- that we were better off telling all the story for half the characters, rather than half the story for all the characters. Cutting the novel in half would have produced two half-novels; our approach will produce two novels taking place simultaneously, but set hundreds or even thousands of miles apart, and involving different casts of characters (with some overlap).

The division has been done, and it think it works quite well. The upshot is, A FEAST FOR CROWS is now moving into production. It is still a long book, but not too long; about the same size as A GAME OF THRONES. The focus in FEAST will be on Westeros, King's Landing, the riverlands, Dorne, and the Iron Islands. More than that I won't say.

Meanwhile, all the characters and stories removed from FEAST are moving right into A DANCE WITH DRAGONS, which will focus on events in the east and north. All the chapters I have not yet finished and/or begun are moving into DANCE. I think this is very good, if truth be told, since it will give me the room to complete those arcs as I had originally intended, rather than trying to tie them up quickly in a chapter or two so I could deliver the massively late Big FEAST.

So there it is. I know some of you may be disappointed, especially when you buy A FEAST FOR CROWS and discover that your favorite character does not appear, but given the realities I think this was the best solution... and the more I look at it, the more convinced I am that these two parallel novels, when taken together, will actually tell the story better than one big book.

And if there are those who don't agree, and still want their Big FEAST with all the trimmings set out on one huge table... well, there's an easy fix. Get both books, razor the pages out with an Exacto knife, interleave the chapters as you think best, and bring the towering stack of text that results to your favorite bookbinder... and presto, chango the Big FEAST will live again.

As for me, I am getting back to work. There's good news on that front too -- A DANCE WITH DRAGONS is half-done!!!

(And before anyone asks, yes indeed, this development means that Parris was right all along. It will now probably require seven books to complete the story).

—George R.R. Martin, May 29, 2005
There's no stoppin' what can't be stopped, no killin' what can't be killed. You can't see the eyes of the demon, until him come callin'...
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#2
Foi como já disse... lá no site do homem, onde ele fala da evolução do livro, há também uma secção para todos os milhentos livros que ele anda a ler e para os montes de lugares que ele tem visitado. No meio disso tudo, não lhe há-de sobrar muito tempo para escrever. Aquilo dos escritores e poetas que morriam pobres sempre tinha o seu mérito, era da maneira que deixavam obra feita. Pelo andar da carruagem este só quando torrar o dinheiro todo é que acaba o próximo livro.
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#3
essa saga de que falam é aquela em que cada "volume" é isso mesmo: VOLUMOSO?

Tenho ideia de ver o rufferto a ler uns calhamaços de tamanho CONSIDERÁVEL, e de que maneira :shock: mas quem diz que as coisas boas vêm em embalagens pequenas? O Michael Jackson, talvez :roll: Biggrin
"I have no answers for you, vermin. Only scorn!"
- The Vyro-Ingo, "Star Control 3"
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#4
Existem livros com 150 paginas que demoram três vezes mais a ler do que um calhamaço com 500 paginas...

Experimentem o Cidade e as Serras.
"Sempre que possivel conversa com um saco de cimento... nesta vida só devemos acreditar naquilo que um dia pode ser concreto!"
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#5
Sem dúvida. Os livros grandes e bons fazem-nos desejar que tivessem mais páginas, enquanto que os pequenos e maus podem ser um sofrimento de ler. Mas tu havias de gostar desta saga, que tem matanças e perversões em quantidade suficiente para ninguém ficar a reclamar o seu dinheiro de volta. Smile
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#6
rufferto Escreveu:Sem dúvida. Os livros grandes e bons fazem-nos desejar que tivessem mais páginas, enquanto que os pequenos e maus podem ser um sofrimento de ler. Mas tu havias de gostar desta saga, que tem matanças e perversões em quantidade suficiente para ninguém ficar a reclamar o seu dinheiro de volta. Smile

Sem dúvida. Os livros do GRRM são absolutamente brilhantes. Nem são realmente fantasia "clássica", são mais intriga medieval, com planos dentro de planos dentro de planos, montes de personagens, em que nenhum é 100% bom ou 100% mau, todos são tons de cinzento.
"Being based on history, the stages of the game will also be based on battles which actually took place in ancient Japan. So here's this giant enemy crab..."
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#7
Deveras. E acho que esta ideia de separar o livro por personagens e não pela metade é bastante boa, que assim uma pessoa que esteja a querer saber como continua o X não tem que ler montes de páginas até essa história continuar. Se bem que da maneira como o GRRM escreve aquilo, na altura em que uma pessoa chega de novo à parte do X já está curiosa para saber o que acontece a seguir com o Y. O GRRM é que devia ganhar o prémio Nobel da literatura, não são aqueles poetas chineses com livros de que nunca se ouviu falar. E achei bem o Saramago ter ganho, mas gostei bem mais dos livros do GRRM do que do Ensaio sobre a Cegueira (bom) e do Memorial do Convento (boa crap) que li do Saramago.
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#8
conheço um livro de que não gostei mesmo nada: Aparição, do Vergílio Ferreira... é que não me consegui interessar. Os Maias ainda tinham algum interesse (excluindo princípio e fim), mas o Aparição é mesmo MUITO mau Sad

In other news, Angels&Demons é muito bom: foi o único livro que me levou a lê-lo nas aulas, fora o Senhor dos Anéis :roll:

Falta-me ler o Da Vinci Code, talvez estas férias... mas quero ter outros para ler. Tenho ainda um livro de tamanho mediano (aí umas 100 páginas, talvez) sobre a evolução do Drácula ao longo dos tempos, com direito a Bela Lugosi, Christopher Lee e também o filme do Coppola com o Hopkins, etc...
Não sei se falará do Leslie Nielsen, MAS DEVIA! Biggrin
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#9
As literaturas que nos impoem nas aulas de português são geralmente muito chatas. O único que gostei nessas alturas foi mesmo As Minas De Salomão.

Apesar de ter lido a Aparição, nunca foi um livro proposto. Tinha-o lá em casa e li. Foi esse e o Amor de Perdição. Mas achei-o infinitamente melhor que Os Maias. Acreditam que ainda não o consegui ler? O mal deve ter sido mesmo por-me a ler O Crime do Padre Amaro ao mesmo tempo. Esse li-o numa semana e Os Maias ainda aqui estão para acabar de ler (se é que algum dia o farei).

Na minha opinião, o mau mesmo da literatura proposta no secundário era as poesias de cesário verde e por aí além... eu continuo a achar que ele era um grande tarado, ainda que a minha interpretação dos poemas fosse diferente da professora. Mas prontos...

Já sei que muito pessoal acha este tipo de livro muito lamechas... mas eu realmente acho que a Danielle Steel tem bons livros. Vejam o caso de Malicia.
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#10
Nunca li nada da Danielle Steel, mas realmente não achei os Maias assim tão maus. É certo que em algumas partes aquilo se esticava um bocado nas descrições, mas também tinha momentos cómicos e sobretudo uma coisa que eu sempre gostei nos livros: descrições de comida! Lembro-me do Carlos e mais alguém costumarem comer ovos com presunto, e recordo-me que na altura lia aquilo e pensava em como seria bom comer disso também. Ah, e tem o grande par Carlos da Maia e Maria Eduarda, que quem lê não se esquece deles.
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#11
Acabei de descobrir que há uma autora chamada Danielle Steel. Parece algo vindo de uma música dos Manowar ou dos Hammerfall, mas enfim.

Quanto aos livros dela, desconheço-os in every (im)possible way :roll:

"Os Maias" é um bom livro fora as partes que mencionei anteriormente. Basta ler a confissão do Dâmaso, forçado a escrevê-la pelo Ega.

O "Aparição" é MESMO secante... pronto, não impele! Eu li por ler, por ter de ler. And that sucks ass, BIG TIME!
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#12
Kanzentai Escreveu:Acabei de descobrir que há uma autora chamada Danielle Steel. Parece algo vindo de uma música dos Manowar ou dos Hammerfall, mas enfim.

Mas não é. A Danielle Steel é uma moça que escreve livros do género que o James Caan escrevia no Misery. E também está rica à pala disso.
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#13
também é raptada e protagonista num filme realizado pelo meathead? :roll:
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#14
Não sei se será tão moça assim... pelo que sei a mulher já teve pelo menos 5 casamentos e tem para aí uns 13 filhos.

Mas escreves obras interessantes. No caso da Malicia, fala de uma jovem que é violada pelo pai (a pedido da mãe que tem cancro) dos 13 anos aos 17, altura em que a mãe morre. Nesse dia o pai viola-a a valer e ela acaba por enfiar-lhe uma bala no meio da testa. Como o pai é advogado e tem boa reputação, a policia acaba por incrimina-la.. recusando-se a admitir que ela foi vitima de abusos. Foi para a prisão.. onde tem sorte de ser companheira de uma das "madrinhas" de lá... senão também é violada pelas outras reclusas. Quando sai... vai trabalhar para a recepção de uma agencia de modelos, onde acaba por ser "burlada" por um fotografo.. que a droga e tira fotos dela nua. Também é nesta altura que é assediada pelo patrão. Aí... muda de cidade e vai para secretária num gabinete de advogados. Como assassinou o pai, e como descarga de consciencia.. oferece-se como voluntária numa instituição de apoio a mulheres maltratadas. Um dia, um marido violento apanha-a na rua e espanca-a. Foi parar ao hospital completamente irreconhecivel. Felizmente o advogado (patrão dela) apaixona-se por ela nessa altura... e com uma certa resistencia acabam por casar e ter uma porrada de filhos, até que ele decide candidatar-se a senador e os média vasculham o passado da mulher. Começa tudo a descambar... descobrem que ela matou o pai... as fotos dela nua surgem nos jornais, os filhos revoltam-se... ela acaba por abortar (estava gravida na altura). No final vão todos para frança e tem um happy ending.

São livros mesmo muito intensos, para quem aprecia claro. Também cheguei a ler um da Mary Higgins Clark sobre um serial killer e até estava bom.

Até acredito que os Maias estejam bem... simplesmente eu nunca acabei de o ler. Mas pior que isso, e mesmo correndo o risco de parecer anti-pátria... são os Lusiadas.
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#15
Os Lusíadas são de outro tempo, quando toda a gente falava daquela maneira. Mas realmente tenho de confessar que essa história que tu contaste é bem mais fantasiosa, sórdida e imaginativa do que qualquer coisa que tenha saído da cabeça do GRRM. A pobre da moça passa o livro a ser violada e espancada, isto quando não são as duas coisas ao mesmo tempo. Estou a ver que tenho de parar de esperar pelo próximo do GRRM e dedicar-me mas é a Danielle Steel. Smile
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#16
Espero que não te deixes ficar apenas pela ironia Tongue

Eu ainda só li quatro livros da danielle steel... e dois deles estavam fabulosos: o Malicia e o Um longo caminho para casa. Os outros dois também se leem bem, mas não é muito agradavel para mim ler um romance entre uma miuda de uns 16/17 anos com um médico casado de quase 50 anos. Mas prontos... há quem goste.
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#17
Juventude, sem querer ser muito extremamente incrivelmente bastante chato, se o assunto se afasta assim tanto do original, isto passa a pedir uma thread nova... Wink
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#18
E ela é realista como o Eça? É que descrever uma violação em 6 ou 7 páginas é obra... :?

Obviously, I'm kidding Smile
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#19
Lol... mas eu também sou uma fan do Eça de Queiroz. Tenho para aqui uns 14 livros dele.
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#20
Vá, nova thread, please. Aliás, este fórum é "fantasia e ficção científica", e não penso que Danielle Steele ou Eça correspondam a tal descrição. Há um fórum, no entanto, imediatamente abaixo dele... Wink
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#21
Ok, ok, a gente modera-se... pelo menos eu moderar-me-ei, a psenes é com ela...

Já agora: lê-se P S Enes, P Senes ou logo Psenes? More questions raised soon on PdD, home of "Great Username Mysteries"!

PS: pode-se até criar uma thread para discutir isso mesmo Biggrin
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#22
Sorry...
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#23
White Wolf Publishing and Guardians Of Order have reached an agreement to join forces on the publication of the GAME OF THRONES roleplaying game.
White Wolf will publish and distribute the game under its Sword & Sorcery imprint, while Guardians Of Order remains in charge of creation and design. The GAME OF THRONES Roleplaying Game will be available in hobby and bookstores in the fall of 2005, in time for the release of A FEAST FOR CROWS, the long-awaited fourth volume in the series.
"we look forward to working with White Wolf in this joint venture," said Guardians Of Order's President, Mark C. MacKinnon. "The exceptional reputation of the Sword & Sorcery imprint and White Wolf's extensive distribution network together mean we can get this magnificent game to many thousands more of George R. R. Martin's fans than we could have reached on our own. Creating the A Game of Thrones RPG has been a massive undertaking for Guardians, and we have found the ideal publishing partner in White Wolf."
"We've long admired George R. R. Martin's novels and Guardians Of Orders games," said Mike Tinney, White Wolf's President. "As fans, we've been looking forward to this release along with everyone else. That we can help bring it to market is a real treat."
This series gets the high-quality treatment it deserves in two gorgeous editions of the GAME OF THRONES RPG: a mammoth 576-page deluxe limited edition in September and a 496-page standard edition in October. Both of these authoritative reference guides and roleplaying games include full-color printing on premium-quality paper, hardcover binding, a poster-sized color pull-out map of the continent of Westeros, and a host of stunning artwork and graphic design by a team of exceptionally talented artists.
The standard edition includes full rules for playing A Game of Thrones under the Open Gaming License (using the d20 game mechanics developed for Dungeons & Dragons).
The deluxe edition contains two distinct game systems: the same rules as the standard edition and Guardians' own popular Tri-Stat System. It also includes an abundance of upgraded features, such as a foil-embossed leatherette cover, an exquisite dust jacket with art by Mike S. Miller (who did the pencils for THE HEDGE KNIGHT graphic novel), an oversized cloth bookmark, silver gilding on all edges, and an exclusive interview with George R. R. Martin.
White Wolf will honor standing consumer pre-sales of the deluxe edition made on the Guardians Of Order website. White Wolf will resolicit the product in both the book and hobby trades, however. "This will be one of the most talked about RPGs of 2005," added MacKinnon, "and we are all thrilled to present this exquisitely comprehensive guide to A SONG OF ICE AND FIRE to roleplayers and George's many fans worldwide. We spared no expense in its creation and worked closely with George to ensure accuracy and authenticity, adding additional background information from his personal notes when appropriate. Every fan of A Song of Ice and Fire" will want this gorgeous tome adorning his shelf.
I can second that final sentiment. I have had a chance to look over the galley proofs for the deluxe edition. It's a gorgeous production, and contains a wealth of information about the world of Westeros and its peoples that should be of interest to any fan of the series, even those who are not gamers.
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#24
Sinceramente não sei se isto vai ser alguma coisa de especial... o melhor na série do GRRM é a intriga e os personagens, não o viverem num mundo fascinante cheio de criaturas mesmo a pedir para serem suprimidas. Qual será a diferença entre um RPG passado no mundo do GRRM e um RPG passado noutro mundo qualquer?
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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