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Próximo almoço?
#26
APós a negação, no estágio da raiva, da revolta, o paciente pergunta-se: "Por que eu?", "Por que comigo?" "Durante este estágio faz exigências, reclama, critica o seu atendimento e solicita atenção contínua. Se for respeitado e compreendido. Logo cessarão suas exigências, pois será assistido sem necessidade de explosões temperamentais. Ressalta-se a importância de tolerarmos a raiva, racional ou não, do paciente. Temos que ouvi-lo e até, às vezes, suportar alguma raiva e pensamentos irracionais, sabendo que o alívio proveniente do facto de vociferado o que lhe ia na alma contribuirá para melhor aceitar as horas finais".

Durante este processo o "paciente" tenta negociar geralmente com Deus. "Quase sempre almeja um prolongamento de vida ou deseja alguns dias sem dor ou sem males físicos, ou um último prazer proibido". Faz promessas. Promessas que geralmente não cumpre.

A depressão aparece "quando o paciente não pode mais negar sua doença, quando é forçado a submeter-se a mais uma cirurgia ou hospitalização, quando começa a apresentar novos sintomas e tornar-se mais debilitado e mais magro, já não come muito, não é mais possível esconder a doença. O alheamento ou estoicismo, a revolta e raiva cederão lugar a um sentimento de grande perda".

E a aceitação é quando o doente já não sente depressão nem raiva. É o momento em que encontra paz e aceita o que está a acontecer. Os momentos de silêncio são maiores e seus interesses diminuem. Neste momento é a família e amigos de que mais precisa de ajuda.

De posse do conhecimento destes estágios, indubitavelmente, torna-se muito mais tranqüilo, para os amigos e familiares que assiste ao paciente terminal, lidar com os sentimentos e emoções que afloram, ajudando-o na compreensão e na transitoriedade dos mesmos, bem como respeitar cada momento vivido pelo paciente, sem julgá-lo pelos padrões morais dúbios e sem lhe impor uma perspectiva lógica da realidade.

Temos que compreender e ajudar estes casos...

Pensem nisso.
There's no stoppin' what can't be stopped, no killin' what can't be killed. You can't see the eyes of the demon, until him come callin'...
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#27
Khorazyn Escreveu:Após a negação, no estágio da raiva, da revolta, o paciente pergunta-se: "Por que eu?", "Por que comigo?" "Durante este estágio faz exigências, reclama, critica o seu atendimento e solicita atenção contínua.

Até agora as perguntas têm sido mais do género "Onde posso encontrar ovelhas?", mas por certo que caminha para outras interrogações mais existenciais. Ou talvez não.


Khorazyn Escreveu:Se for respeitado e compreendido. Logo cessarão suas exigências, pois será assistido sem necessidade de explosões temperamentais. Ressalta-se a importância de tolerarmos a raiva, racional ou não, do paciente. Temos que ouvi-lo e até, às vezes, suportar alguma raiva e pensamentos irracionais, sabendo que o alívio proveniente do facto de vociferado o que lhe ia na alma contribuirá para melhor aceitar as horas finais".

É difícil respeitá-lo e compreendê-lo, mas há muita razão no que dizes. Aliás, já o ouvi expressar muitos pensamentos irracionais, do tipo "Será que o Pedro já limpou a sala e hoje não vamos ter de ser nós a fazê-lo?"


Khorazyn Escreveu:A depressão aparece "quando o paciente não pode mais negar sua doença, quando é forçado a submeter-se a mais uma cirurgia ou hospitalização, quando começa a apresentar novos sintomas e tornar-se mais debilitado e mais magro, já não come muito, não é mais possível esconder a doença. O alheamento ou estoicismo, a revolta e raiva cederão lugar a um sentimento de grande perda".

É a prova!!! Ele já deve andar muito deprimido, que não come quase nada. Quando a gente come iscas eu peço no talho iscas para o número de homens que somos e um bife de perú para uma mulher anoréctica a fazer uma dieta rigorosa, e mesmo de acompanhamentos ele não come quase nada. Mais valia usar um pires em vez de um prato, que a comida cabia lá perfeitamente (até sobrava bastante espaço) e depois gastava-se menos água e detergente quando fosse na altura de lavar a louça. Em Junho temos então de fazer uma intervenção ao rapaz, a ver se conseguimos que ele se comece a alimentar decentemente. Se a intervenção falhar, tentamos um exorcismo. Mal não há-de fazer.
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#28
rufferto Escreveu:Até agora as perguntas têm sido mais do género "Onde posso encontrar ovelhas?", mas por certo que caminha para outras interrogações mais existenciais. Ou talvez não.

Em breve, ele ultrapassará a fase do sexo gratuito, e passará a procurar "true love". Exactamente como o Gene Wilder naquele filme do Woody Allen. Smile

rufferto Escreveu:Em Junho temos então de fazer uma intervenção ao rapaz, a ver se conseguimos que ele se comece a alimentar decentemente. Se a intervenção falhar, tentamos um exorcismo. Mal não há-de fazer.

Lembram-se do médico no "Dracula: Dead and Loving It"? Ele tinha uma sugestão para todos estes problemas... Smile
"Being based on history, the stages of the game will also be based on battles which actually took place in ancient Japan. So here's this giant enemy crab..."
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#29
Dehumanizer Escreveu:Em breve, ele ultrapassará a fase do sexo gratuito, e passará a procurar "true love". Exactamente como o Gene Wilder naquele filme do Woody Allen. Smile

Acho que o Woody Allen até já o anda a sondar para saber se está disponível para assumir o papel principal na sequela desse filme...


Dehumanizer Escreveu:Lembram-se do médico no "Dracula: Dead and Loving It"? Ele tinha uma sugestão para todos estes problemas... Smile

Um belo filme, por sinal... E uma sugestão que não se deve pôr de lado. Tongue
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#30
Khorazyn Escreveu:APós a negação,

He pa'! Da pro'xima vez podes meter o link:

http://www.monografias.com/trabajos10/di...plin.shtml

E' bom saber que andaste a pesquisar sites a tentar resolver os teus problemas.
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#31
Ah! Ja' me esquecia!
Deixem o meu icone fora destas discussoes de ovelhas.
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#32
E como e' que vai o novo papa?
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#33
Sempre achei que é necessário ajudar os intelectualmente mais carentes. Se pesquisar um pouco a internet é necessário assim o farei.

Achei que a secção " Psicologia hospitalar" era a mais indicada para o caso em análise.


Deixo aqui umas palavritas para pensares (ou o mais próximo que conseguires)

Friendship... is not something you learn in school. But if you haven't learned the meaning of friendship, you really haven't learned anything.

Muhammad Ali
There's no stoppin' what can't be stopped, no killin' what can't be killed. You can't see the eyes of the demon, until him come callin'...
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#34
Não devemos pôr imediatamente de lado a hipótese de uns bons choques eléctricos... ou de uma cura com sanguessugas!
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#35
Ah! Ao menos ja' esta's a por o nome da pessoa que disso isso.
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#36
Ainda continuo a achar que tens uma das piores assinaturas que já alguma vez vi. Tongue
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#37
POIS! (Eu gosto muito de dizer coisas) 8)
"I have no answers for you, vermin. Only scorn!"
- The Vyro-Ingo, "Star Control 3"
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#38
Por falar nisso, a tua assinatura também não é muito melhor. O grande Starr tinha a resposta para isso. Tongue
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#39
o sr Starr não conseguiria acertar uma única bala no sr Gray Fox! Tongue
"I have no answers for you, vermin. Only scorn!"
- The Vyro-Ingo, "Star Control 3"
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#40
Vê-se mesmo que não conheces o Starr... ele era um moço extremamente motivado, o que se compreende bem depois de tudo o que lhe aconteceu. Smile
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#41
Gray Fox can't be shot, period.
"I have no answers for you, vermin. Only scorn!"
- The Vyro-Ingo, "Star Control 3"
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#42
Com um nome idiota desses, pode sim.
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#43
No, he can't! And Gray Fox is a great CODENAME! Tongue
"I have no answers for you, vermin. Only scorn!"
- The Vyro-Ingo, "Star Control 3"
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