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Fire Emblem: Path of Radiance
#1
Como há quem o esteja a jogar Smile , algumas dicas...

Nas missões sem fog of war, dá para apontar o cursor para todos os inimigos e ver as caras deles. Para que é que isso serve? Os inimigos "genéricos" (ex. "soldier", "archer", etc.) normalmente têm também caras genéricas, sem personalidade, e muitas vezes com os olhos tapados pelo capacete.

Os bosses têm caras com mais personalidade (e olhos visíveis), mas um ar maligno.

E os que não têm esse ar maligno? Quase sempre são tipos que se podem juntar a nós. Para os recrutar, basta estar adjacente a eles, e aparecerá uma opção "Talk"... se estivermos com o personagem certo. Este é quase sempre o principal (Ike), mas há alguns NPCs que têm de ser recrutados por alguém com quem têm alguma ligação.

Por exemplo, há uma cavaleira de cabelo cor de rosa que em certa altura, numa cutscene, menciona um irmão. Mais tarde, aparece um tipo com o cabelo da mesma cor. Gee, let me think... Smile

Note-se que, sem se fazer "Talk", esses NPCs agem em tudo como inimigos.
"Being based on history, the stages of the game will also be based on battles which actually took place in ancient Japan. So here's this giant enemy crab..."
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#2
No início do jogo, temos no grupo uma tipa chamada Titania, que está basicamente a ensinar-nos, e é MUITO mais forte e (sobretudo) resistente do que os outros. Pode parecer boa ideia fazer uso dela em combate, a todo o momento. Mas... ela evolui pouco (para ser exacto, já está na sua 2ª classe, pelo que tem 20 níveis a mais do que parece), e é uma personagem basicamente defensiva. Nas primeiras missões, é muito mais importante dar experiência aos outros, que ainda têm imenso para evoluir. Mas a Titania tem outros usos: basicamente, servir de "tank", para levar pancada em vez dos outros. E, claro, para emergências.

Por outro lado, há quem tenha a mania de, nestes jogos, fazer tudo só com um personagem, que neste caso seria o herói, Ike. Isso NÃO é boa ideia. Primeiro, porque há um limite máximo de níveis. Segundo, porque há missões em que é preciso dividir o grupo, ou defender certos pontos ao mesmo tempo. Terceiro, porque há personagens com especialidades, como voar, que ele não tem nem pode ter.
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#3
Alguns dos personagens eventualmente mais úteis começam por ser quase inúteis em combate: fazem pouco dano, e são extremamente frágeis. Isso pode ser um pouco frustrante no início, já que obriga a usar personagens mais fortes para fazer danos aos monstros, e depois usar os mais frágeis para dar o golpe final (e ganhar a experiência).

Exemplos desses personagens são os cavaleiros voadores (de pégasos, wyverns, etc.). Começam super-frágeis, quase não fazem dano, e a única coisa que têm de interessante no início é, precisamente, o facto de voarem. Mas, lá para a frente, tornam-se essenciais, sobretudo em algumas missões em que NPCs importantes estão a ser atacados logo de início, e é preciso chegar lá com alguém -- adivinhem quem -- antes que eles morram.

Outros personagens que começam completamente inúteis e "de porcelana" são os arqueiros e os ladrões. Ambos valem a pena evoluir, IMO.

Curiosamente, os mágicos, apesar de frágeis, não começam inúteis, já que têm óptimos ataques.
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#4
Um personagem que morra está mesmo morto (se bem que, se for importante para a história, fica só "crippled", e continua a aparecer nas cutscenes). Em geral, é preferível recomeçar a missão, mas, mais lá para a frente, quando as mesmas começam a ser realmente grandes, às vezes é melhor continuar o jogo ao perder um personagem menor já perto do fim da missão. Isso nunca é o fim do mundo, já que, até ao fim do jogo, continuam a aparecer tipos que se podem juntar (ver primeiro post), e há sempre pelo menos um "replacement" para cada tipo de classe. Ou seja, ninguém é realmente insubstituível (excepto o Ike, que não pode morrer).
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#5
Se bem me lembro, há pontos no jogo em que se pode ir para uma ou mais missões de "bónus", por se fazer algo em certas missões, ou por se completar certas missões em menos de X turnos. Penso que o briefing, nesses casos, dá pistas sobre isso.
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#6
Vou para o capítulo 8 e já descobri a custo algumas das coisas que dizes aqui. Ao princípio dei prioridade ao Ike, mas agora que ele já está no nível máximo deixo de ganhar experiência quando combato com ele. Também recrutei uma mágica durante uma missão, mas fi-lo completamente ao calhas, por estar a lutar com o Ike e às tantas estranhar aparecer uma opção "talk". Possivelmente antes disso já tinha morto outros que se pudessem eventualmente ter juntado. Depois efectivamente a Titania leva tudo à frente (aquele da armadura azul também não se desembaraçava nada mal), mas o resto da party está muito fraca. É gente que precisa de muito tempo (e algumas curas) para conseguir matar quem quer que seja. E isso das curas e das magias é outro problema, que para as fazer tenho de pôr os bonecos em situação onde podem ser atacados, e realmente não são dos mais resistentes que há.

Outra coisa que eu não percebo... não dá para reparar armas?
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#7
Nope, não dá mesmo. Mas, também, nenhuma arma é única, excepto a que se apanha perto do fim, e que é necessária (se bem me lembro, e não vou spoilar mais a coisa) nas 2 últimas missões, e essa não se gasta.

Entre as missões, se bem me recordo, tens algum XP extra, que podes usar nos tais tipos fracos. Ou então faz como eu sugeri: usa outros para os pôr quase mortos, e os fracos para dar o golpe final. É um "kill stealing" cooperativo. Biggrin
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#8
Em relação a armas...

- pode fazer sentido andar com uma arma mais fraca, para matar monstros fracos sem gastar as armas melhores

- outra razão para andar com uma arma fraca é para bater com menos força Smile , e deixar os inimigos moribundos, de forma a que um personagem mais fraco possa ir lá depois dar-lhe o piparote final

- equipar uma arma com apenas mais um uso é uma forma de garantir que se dá só um golpe, e não dois. Isso pode servir para o ponto anterior, ou para nos aproximarmos de um NPC recrutável, mas garantindo que ele não nos ataca e morre imediatamente.
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#9
Já estou quase no final do jogo... tenho o Ike e o Oscar já no nível máximo, o que não devia ter feito, mas fora isso vai tudo bem. O dinheiro também não é problema, que para o fim do jogo fica-se podres de rico. A minha única queixa, por assim dizer, é que dos iniciais já só ando com Titania, Oscar e Boyd, todos os outros foram substituídos por pessoal mais poderoso que foi aparecendo entretanto. Já nem sequer mágicos ou clérigos uso, aquilo vai tudo à pancada, quem precisar de se curar usa poções.
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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#10
Bem, é uma táctica. Smile

Ando agora a jogar o 2º da GBA, o Fire Emblem: The Sacred Stones. É basicamente o mesmo jogo do da GC (mesmas classes, mesmo sistema, etc.), mas em 2D, sem filmes, e com uma história diferente (e num mundo diferente). Mas são todos excelentes jogos. Smile

Quando acabares, podes jogar em Hard. Muda mesmo um pouco o jogo, não é só questão de ter menos hit points ou inimigos mais fortes. Smile
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#11
Já ganhei o jogo, mas acho que jogar em hard só daqui a uns tempos, senão acaba por ser repetir o que acabei de fazer. Isto para o final fiz praticamente tudo com o Ike, só para matar o Ashnard é que precisei de chamar a princesa para fazer uns curativos. A nível 20, com a arma especial para matar o Black Knight e a skill que recupera hitpoints, o Ike fica praticamente invencível.
[Imagem: indiaslb1mj1o.gif]
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